Prefeitura de Socorro e população se unem na batalha contra a dengue

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E assim devem permanecer. Essa é a determinação do Governo Municipal de Nossa Senhora do Socorro que por meio da Secretaria da Saúde com a equipe da Coordenação Epidemiológica, trabalha desde janeiro no combate ao mosquito transmissor da dengue. Com o aumento de casos de pessoas com a doença em todo o País, Socorro intensificou a luta por tempo indeterminado.


Os grandes mutirões começaram no dia 1 deste mês nos povoados Santa Cecília e Tabocas. Nos maiores, a exemplo do João Alves e Parque dos Faróis, as equipes trabalharam durante dois dias. De lá pra cá, em 18 dias, todas as localidades já foram visitadas pelas equipes de agentes de Endemias, efetivados pela atual administração. Hoje o encerramento da primeira etapa acontece nos loteamentos Cajueiro, Jardim Mariana e São Brás.


“Buscamos todas as formas possíveis para eliminar o Aedes Aegypti, fizemos o tratamento dos focos com os produtos que impedem o nascer do mosquito, ou seja, a prevenção nos reservatórios de água, como também o uso de 3 carros do fumacê (1 do Município e 2 do Estado) e agora estamos realizando a parte perifocal, que é a pulverização de rodapés, pneus e locais próximos aos reservatórios que tem duração de 6 meses, onde cada agente visita 50 localidades diariamente o que totaliza cerca de 600 casas por dia”, explicou o secretário da saúde Jorge Henrique.


O Secretário ressaltou também que a comunidade socorrense vem se empenhando, e provando que está se conscientizando sobre a importância do trabalho e da participação de cada um. Diretoras de escolas fazem caminhadas com os alunos. O comandante do 5º Batalhão, tenente coronel Adolfo, colocou a disposição 30 policiais, que agregados a nossa equipe faz com que as ações se tornem mais rápidas, o que permite o retorno dos trabalhos aos conjuntos, povoados e loteamentos.


Jorge Henrique disse ainda que apesar de Socorro ter sido classificado como um dos municípios brasileiros com epidemia, é bom salientar que a maioria dos socorrenses trabalha o dia inteiro em outras localidades que também estão com o surto da doença, então não se sabe ao certo onde essas pessoas foram picadas pelo mosquito. Um exemplo disso foi a professora que morreu de dengue hemorrágica, que morava no conjunto Parque dos Faróis e trabalhava em Laranjeiras.