CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Canal Viva Bem


Funcionários do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e do Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) iniciaram esta semana a campanha Natal Solidário, iniciativa que contempla crianças e adolescentes assistidos por duas entidades filantrópicas de Aracaju. Pelo segundo ano consecutivo, servidores das duas unidades assumem a tarefa de arrecadar presentes, principalmente brinquedos e roupas, que são doados ao Lar Santa Zita e Instituto Filhos da Divina Misericórdia.


“Desde a última segunda-feira, 24, iniciamos o processo em que cada funcionário do órgão adota uma das dezenas de cartas escritas pelas próprias crianças com pedidos de presentes ao Papai Noel”, explica a psicóloga Petruska Passos, responsável pelo setor de Humanização do Lacen e coordenadora da campanha. Ela acrescenta que a primeira edição do Natal Solidário distribuiu cerca de 150 presentes.


Segundo o diretor presidente do Hemose, Roberto Gurgel, a iniciativa também tem o objetivo de estimular os servidores a desenvolverem ações de responsabilidade social. “Incentivamos o envolvimento de todos nesta ação, pois a participação de cada funcionário é muito importante. Trata-se de um ato simples, mas que tem um significado especial para as crianças beneficiadas”, afirma o diretor. Os presentes deverão ser entregues às instituições no dia 19 de dezembro.


Atuação


Criado há oito anos, o Instituto Filhos da Divina Misericórdia, localizado no Bairro Santa Maria, atende hoje mais de 200 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. A entidade, que é mantida por doações da comunidade e da igreja católica local, assegura aos jovens moradia, alimentação, prática de atividades esportivas, aulas de música e orientação religiosa. Além disso, o instituto vem trabalhando na implantação de um projeto de inclusão digital.


Já o Lar Santa Zita, situado no Bairro Getúlio Vargas, existe há 66 anos. A instituição foi criada inicialmente com o objetivo de abrigar crianças filhas de empregadas domésticas. Atualmente, o Lar atende a 33 meninas, da capital e do interior, que sofreram algum tipo de violência doméstica e sexual.