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A Agência Nacional de Saúde Suplementar anunciou, no último dia 12, os novos procedimentos de cobertura obrigatória dos planos de saúde. No total, serão incluídos 70 novos procedimentos, que entram em vigor a partir do dia 7 de junho.
 
A Unimed Sergipe irá disponibilizar todos os serviços aos usuários. “Já estamos nos adequando e até o dia 7 de junho estaremos com todos os procedimentos à disposição dos nossos clientes”, afirmou a Diretora Técnica da Unimed Sergipe, Dra. Denise Tavares.
 
Entre as novas coberturas, a ANS aumentou o número de consultas obrigatórias para fonoaudiólogo, terapia ocupacional, nutricionista e psicólogo; concedeu cobertura para transplante de medula óssea a ser realizado com a medula de terceiros; disponibilizou o exame PET-SCAN, utilizado para diagnóstico precoce de câncer; concedeu o teste de HIV rápido para gestantes; autorizou mais de 20 tipos de cirurgias torácicas por vídeo; entre outros.
 
Os novos procedimentos também englobam os planos odontológicos. Das 70 novas normas, 54 são para os planos médicos e 16 para os odontológicos. É importante ressaltar que os planos médicos não terão que disponibilizar serviço odontológico, nem vice-versa, como vem sendo questionado por alguns usuários.
 
“Ressaltamos também que os usuários precisam regulamentar os seus planos de saúde para que possam ter direito sobre esses procedimentos. Para isso, ele deve entrar em contato com a nossa Central de Atendimento (0800-704-0111) e solicitar a migração”, explicou a Dra. Denise Tavares.
 
A medida beneficiará apenas os usuários que adquiriram planos de saúde a partir de janeiro de 1999, que somam cerca de 44 milhões de pessoas. Os beneficiários dos planos não regulamentados, ou seja, anterior a data supracitada, deverão migrar para os planos regulamentados para que possam ter direito sobre os procedimentos. Em breve, a Unimed Sergipe anunciará uma campanha para promover essa migração de planos.
 
Em relação ao impacto financeiro que os planos sofrerão com a decisão da ANS, a Diretora Técnica da Unimed Sergipe afirma que ainda é cedo para se ter esse cálculo. Segundo ela, somente no período após as normas entrarem em vigor poderá se ter uma idéia do impacto financeiro. 


Fonte: Unimed Sergipe