Ouvidoria da Mulher passa a integrar Sistema Salve Mulher e fortalece rede de proteção em Aracaju

Ouvidora da Mulher, Ludimilla Souza, será responsável pela notificação do Salve Mulher

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), reforça ainda mais a rede de acolhimento e proteção às mulheres vítimas de violência. A partir de agora, a Ouvidoria da Mulher estará fazendo o registro de casos no Sistema Salve Mulher, implantado pelo Ministério Público do Estado de Sergipe, com o objetivo de enfrentar esse tipo de situação e ampliar a resposta da rede.

O Salve Mulher é uma iniciativa pública brasileira criada para enfrentar a violência contra a mulher. O sistema atua na identificação precoce dos casos, no acolhimento qualificado e na articulação de toda a rede de proteção.

Em Sergipe, o Salve Mulher foi instituído em 2021 pelo Ministério Público, visando facilitar o monitoramento dos casos e garantir que as informações subsidiem a formulação de políticas públicas. É uma ferramenta complementar de integração de dados e monitoramento institucional. O registro na plataforma do MPSE não substitui a notificação compulsória exigida pela legislação sanitária, que deve continuar sendo realizada obrigatoriamente por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

A ouvidora da Mulher, Ludimilla Souza, participou do treinamento realizado no MPSE para a utilização da plataforma e destacou a importância da iniciativa. “Esse sistema fortalece o trabalho em rede e garante mais agilidade no acompanhamento dos casos. Participar da capacitação foi fundamental para que possamos atuar de forma ainda mais integrada e eficiente na proteção das mulheres”, afirmou.

A secretária da SerMulher também ressaltou o avanço que a medida representa para o município. “Estamos qualificando ainda mais nossa atuação. A integração ao Salve Mulher amplia o monitoramento, fortalece a articulação entre os órgãos e garante que nenhuma mulher fique sem acompanhamento. É mais uma ação concreta da gestão para assegurar proteção, acolhimento e políticas públicas eficazes”, destacou.

Isso significa mais acompanhamento, mais integração entre os órgãos e uma atuação ainda mais fortalecida na proteção das mulheres em situação de violência.

Texto e fotos: Ascom/SerMulher